Conselheiro José Wagner Praxedes destaca importância da fiscalização preventiva em artigo
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Decano do TCETO defende atuação do controle externo enquanto ainda há tempo de corrigir falhas e evitar danos aos cofres públicos
Atuar antes que o dano aconteça, identificando possíveis irregularidades enquanto ainda há tempo para corrigi-las. Essa é a reflexão apresentada pelo conselheiro decano do Tribunal de Contas do Tocantins (TCETO), José Wagner Praxedes, no artigo “Fiscalizar enquanto é tempo”, publicado pelo Instituto Rui Barbosa (IRB).
No texto, o titular da Terceira Relatoria defende o fortalecimento da fiscalização preventiva e concomitante e apresenta dados da atuação do TCETO. Em 2025, das 3.870 ações de fiscalização realizadas pela Corte, 3.115 foram alertas emitidos durante o acompanhamento das gestões. O artigo também destaca que 93,42% das recomendações e determinações expedidas pelo Tribunal foram implementadas pelos gestores.
Praxedes reforça que a atuação preventiva não significa interferir nas decisões dos gestores, mas fornecer informações em tempo hábil para a correção de falhas. Para o conselheiro, mais importante do que contabilizar irregularidades é contribuir para evitar que os danos aconteçam.





