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Artigo de conselheiros do TCETO destaca que investir na primeira infância é construir o futuro no presente

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Publicado: 25 de agosto de 2026 - Última Alteração: 25 de agosto de 2026

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Texto do presidente Alberto Sevilha e Severiano Costandrade reforça a importância de transformar planejamento e recursos públicos em resultados na vida das crianças

O cuidado com a primeira infância e a responsabilidade do poder público em garantir políticas que façam diferença na vida das crianças são tema do artigo “Primeira infância: o futuro se constrói no presente”, escrito pelo presidente do Tribunal de Contas do Tocantins (TCETO), conselheiro Alberto Sevilha, e pelo conselheiro Severiano Costandrade, coordenador-geral do programa TCE de Olho no Futuro – Aliança pela Primeira Infância.

O texto, publicado nos sites da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Instituto Rui Barbosa (IRB), chama a atenção para uma ideia central: as crianças não devem ser vistas apenas como o futuro, mas como cidadãos que precisam de cuidado, proteção e oportunidades agora.

Os conselheiros destacam que garantir uma infância protegida exige atuação conjunta em áreas como Saúde, Educação e Assistência Social. É justamente essa integração que vem sendo estimulada pelo TCE de Olho no Futuro, programa que reúne instituições parceiras e os 139 municípios tocantinenses.

No artigo, os autores lembram que, somente em 2025, mais de 100 mil pessoas foram atendidas diretamente pelas ações do programa, incluindo mais de 43 mil atendimentos na Saúde, 22 mil na Assistência Social e 24 mil atendimentos e orientações pedagógicas.

Em 2026, o trabalho avançou com os Encontros de Escuta realizados em 12 municípios, ouvindo crianças, famílias, profissionais, gestores e comunidades. As informações levantadas estão contribuindo para a construção dos Planos de Ação Intersetoriais e para o acompanhamento dos indicadores municipais.

O artigo também reforça uma visão de controle externo voltada não apenas para quanto o poder público gasta, mas principalmente para os resultados alcançados com esses recursos.

“A pergunta não pode ser apenas quanto foi gasto. Precisamos questionar também se esse recurso melhorou a vida das pessoas”, destacam os autores.

Para Alberto Sevilha e Severiano Costandrade, cuidar das crianças exige planejamento, orçamento, integração e acompanhamento para transformar boas intenções em políticas públicas que funcionem na vida das famílias.

O artigo “Primeira infância: o futuro se constrói no presente” está disponível nos sites da Atricon e do Instituto Rui Barbosa (IRB).

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