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Terceira Relatoria orienta gestores sobre falhas recorrentes que podem levar à rejeição de contas

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Publicado: 11 de maio de 2026 - Última Alteração: 11 de maio de 2026

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Reunião virtual com representantes municipais destacou a importância do acompanhamento preventivo da gestão junto ao TCETO

Em uma atuação voltada à prevenção e ao fortalecimento da boa gestão pública, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCETO), José Wagner Praxedes, titular da Terceira Relatoria, conduziu na sexta-feira, 8 de maio, uma reunião virtual com gestores e equipes técnicas dos municípios sob sua jurisdição para orientar sobre falhas recorrentes que têm provocado altos índices de rejeição de contas.

Ao lado do chefe de gabinete, Sandro Rogério, e da assessora especial de gabinete, Sônia Lima, o conselheiro reuniu contadores, responsáveis pelo controle interno e gestores municipais para apresentar um panorama detalhado das principais inconsistências identificadas nas prestações de contas de exercícios anteriores.

Durante o encontro, foram destacados pontos considerados críticos, como déficit orçamentário, déficit financeiro, ausência de recolhimento de contribuições previdenciárias, falta de inscrição da dívida ativa, além de inconsistências patrimoniais e contábeis que frequentemente resultam em pareceres desfavoráveis.

A iniciativa teve caráter orientativo e preventivo, buscando alertar os gestores para que realizem conferências criteriosas dos balanços e documentos antes do envio ao Tribunal, evitando erros que possam comprometer a aprovação das contas.

Outro ponto central da reunião foi o reforço sobre a necessidade de acompanhamento constante do processo de acompanhamento da gestão disponibilizado pelo TCETO, ferramenta por meio da qual o Tribunal emite alertas e informações relevantes quando identifica possíveis irregularidades ou riscos de descumprimento de obrigações legais.

No caso de Palmas, devido à complexidade administrativa, além dos contadores e responsáveis pelo controle interno, também participaram representantes das áreas estratégicas, como secretários da Fazenda, Casa Civil e Planejamento.