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TCETO marca presença na 4ª edição do Programa “Mulheres na Liderança” do TCU em Brasília

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Publicado: 23 de setembro de 2026 - Última Alteração: 23 de setembro de 2026

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O Foco do programa é fomentar o debate sobre a liderança das mulheres na gestão pública

O Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCETO) participa, entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026, da etapa presencial da 4ª edição do Programa de Intercâmbio “Mulheres na Liderança”. A iniciativa faz parte do Programa de Intercâmbio em Controle e Gestão Pública (ProInter-TCU), promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na cidade de Brasília (DF). O órgão estadual é representado no evento pela diretora-geral de Controle Externo, Dênia Luz.

A participação no intercâmbio reforça o compromisso institucional do TCETO com a capacitação contínua de seus quadros técnicos e com o alinhamento às diretrizes mais modernas de governança e controle externo no âmbito nacional. O programa do TCU fomenta o debate sobre a liderança feminina na gestão pública, aprimorando competências estratégicas essenciais para o fortalecimento das instituições de controle.

Alinhamento com o Projeto Equidade do TCETO

Os temas debatidos no programa nacional vão ao encontro das diretrizes e ações recentemente implementadas pelo TCETO. A Diretoria-Geral de Controle Externo (DIGCE) tem direcionado esforços para incorporar a perspectiva de equidade e a abordagem interseccional nas fiscalizações da Corte de Contas.

Recentemente, a DIGCE promoveu uma reunião de trabalho com representantes de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), da Defensoria Pública e de instituições de ensino superior para debater o fortalecimento do controle externo inclusivo. Na ocasião, foram discutidos eixos centrais do Projeto Equidade, tais como:

  • Promoção da igualdade étnico-racial e valorização da diversidade;
  • Inclusão de pessoas com deficiência, pessoas neurodiversas e com Transtorno do Espectro Autista (TEA);
  • Enfrentamento da violência contra as mulheres, com foco na eficácia de políticas públicas protetivas;
  • Abordagem interseccional, considerando a sobreposição de vulnerabilidades sociais na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas pelo Estado.