TCE inaugura primeiro ponto oficial do BookCrossing no Tocantins
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O Tribunal de Contas do Tocantins (TCE/TO) inaugurou nesta semana o primeiro ponto oficial do BookCrossing no Tocantins, uma espécie de biblioteca mundial disponível aos amantes dos livros. O espaço foi instalado na Biblioteca Conselheiro José Ribamar Meneses, localizada no Instituto de Contas 5 de Outubro, e disponibiliza cerca de cem títulos literários físicos, entre autores conceituados como Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e Luís Fernando Veríssimo, e 70 títulos para serem apreciados por meio de leitores digitais doados pela Associação dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado (ASTEC) e pelo Sindicato dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (SINSTEC).
A diretora geral do Instituto de Contas, Marilda Piccolo, ressaltou que a ideia do local é que as pessoas possam vir à biblioteca não somente para fazer pesquisas técnicas, mas para a prática da leitura.
Para Janaína Rodrigues Araújo, psicóloga e servidora do TCE/TO, a palavra que define essa iniciativa é “inovação”. O Acesso rápido, livre e com o poder de que mais pessoas tenham a oportunidade da leitura reforça o papel do Tribunal de Contas de incentivo ao Controle Social ao se aproximar da comunidade.
Como funciona
Qualquer pessoa pode pegar os livros físicos que fazem parte do BookCrossing. Basta se cadastrar no site da rede (http://www.bookcrossing.com.br/) e marcar o código do exemplar que foi pego. Logo após a leitura, o usuário deve informar no site onde a obra foi deixada. Isso reforça a ideia de que o livro deve circular e estar acessível ao maior número de pessoas. É possível, por exemplo, deixá-lo em um hospital ou creche.
BookCrossing
Com início nos EUA, o BookCrossing pode ser definido como a prática de deixar um livro num local público, para que outros o encontrem e possam ler, depois voltem a libertar e assim sucessivamente várias outras pessoas possam ler.




