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Palmas fecha com chave de ouro ciclo de lançamentos da obra “O Ovo da Serpente”

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Publicado: 25 de maio de 2016 - Última Alteração: 7 de abril de 2020

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“Foi emocionante e indescritível”, disse conselheira Doris, autora do livro

“Esse tema instigante vai levar as pessoas, com a leitura do livro, a uma reflexão maior e pode até mudar alguns conceitos, a forma como se expressam ou agem, devido à falta de conhecimento da causa: o que deu origem à corrupção no Brasil? ” Essas foram as palavras da presidente da Academia Tocantinense de Letras (ATL) e membro da Academia Palmense de Letras (APL), Mary Sônia Matos Valadares, a respeito da obra “O Ovo da Serpente” de autoria da conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, Doris de Miranda Coutinho.

O lançamento do livro, em Palmas, ocorreu na noite desta terça-feira, 24, na Livraria Cultura do Shopping Capim Dourado. Mais de 150 pessoas dentre magistrados, membros e servidores do TCE/TO, procuradores, promotores, advogados, jornalistas, professores e estudantes prestigiaram a noite de autógrafos que coroou a série de lançamentos da publicação. A obra já foi apresentada nos Estados Unidos (Universidade de Harvard), Portugal (Lisboa), Brasília, Curitiba e São Paulo.

“Foi emocionante. Estou fechando essa temporada em Palmas. Foram várias cidades, dois países diferentes, mas a emoção que eu senti aqui pelo próprio conteúdo e pelo envolvimento emocional foi incrível, indescritível. Estou muito feliz por isso”, disse a autora.

Sobre o livro
O Ovo da Serpente, com 176 páginas e 22 capítulos, aborda as razões que levaram a corrupção a se alastrar pelo Brasil. Nesse denso mosaico, embora de fácil leitura, a autora examina o atual contexto jurídico-político do ponto de vista do controle público. O livro, empunha, ainda, a bandeira da transparência e propõe uma série de ações entre o estado e a sociedade que permitam a criação de um novo paradigma de controle.

“Esse livro nasceu da minha experiência e sobretudo da minha inquietação diante do cidadão, desta forma a obra foi voltada a ele, pois eu acredito que o aperfeiçoamento das instituições, a consolidação da democracia e a construção de um país melhor, de um estado melhor, de uma cidade melhor, começa dentro das casas, com a participação do cidadão, e ele precisa estar consciente, por isso essa preocupação”, destacou a conselheira.

Perfil da autora
Conselheira Doris de Miranda Coutinho, natural de Rio Negro, Paraná, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba, em dezembro de 1985. Concluiu curso de extensão universitária na Universidade Federal do Paraná e ainda pós-graduação lato sensu, promovida pela Fundação Universidade do Tocantins – Unitins, em Estudos de Política e Estratégia. Reside no Tocantins desde abril de 1989, data em que iniciou sua carreira jurídica junto ao Tribunal de Justiça do Estado. Em 12 de abril de 1999, tomou posse como procuradora de contas junto ao TCE/TO, cargo para o qual foi aprovada em concurso público e no qual permaneceu até ser empossada como conselheira, em 30 de dezembro de 2002. Foi eleita presidente do TCE/TO, para o biênio 2007/2008, na sessão do Tribunal Pleno de 12 de dezembro de 2006. A posse ocorreu em sessão especial realizada no dia 8 de fevereiro de 2007. Em 2 de abril de 2014 foi eleita e empossada no cargo de corregedora do TCE/TO, cargo que exerceu até fevereiro de 2015. Em agosto do mesmo ano tomou posse como membro honorário do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).